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Comentários do CCT sobre Testes de Unidade com JUnit

Saturday, December 15th, 2007

Neste último sábado, 15-12-2007, ocorreu mais um Café com Tapioca (CCT), evento mensal do CEJUG, com o tema Testes de Unidade com JUnit. A palestra foi ministrada pelo Fabrício Lemos e posso dizer que foi a palestra do CCT mais esperada de 2007, e fez jus ao que todos esperavam.

Espero que com esta palestra tenha aberto os olhos dos vários desenvolvedores e empresários ali presentes para o quão vantajoso é o uso de testes no desenvolvimento de software. Infelizmente nosso mercado local é amador quando se fala em testes, a maioria dos nossos desenvolvedores, arquitetos, analistas, empresários e empresas não tem esta preocupação. Mas vejo que este cenário está mudando aos poucos, e já é notório alguns desenvolvedores preocupando-se com os testes de unidades em novos projetos.

Infelizmente o CCT não contou com a participação através de vídeo-conferência -diretamente de Melbourne- do Phillip Calçado (aka Shoes) devido a problemas técnicos :( O Phillip iria comentar um pouco sobre boas práticas de desenvolvimento de software, Test Driven Development, Domain Driven Design e Behavior Driven Development. Quem sabe da próxima vez não é? :’((

Outro momento bacana no evento foi uma segunda mini-palestra sobre NetBeans 6.0 ministrada pelo Silveira Neto, que por sinal também foi muito boa, depois disso foi sorteado alguns brindes enviados pela Sun, e pela primeira vez eu consegui ser sorteado e ganhei um super-hyper-mega-power-buster chaveiro que também abre garrafas, rss :D

Você pode ver as fotos, vídeos e mais alguns comentários do evento aqui.

Enfim, a comunidade de usuários Java do Ceará terminou o ano com chave de ouro! Em 2008 haverá novos sabores e recheios nos CCTs, só não vai quem não tem juízo!

Uma pitada de verdade.. com Christiano Milfont

Monday, November 5th, 2007

Christiano Milfont escreveu um excelente post sobre a realidade na educação de Ciências da Computação e o mercado de trabalho, muito bom mesmo, não deixem de ler, ele estava inspirado no dia em que escreveu :)

Minhas críticas derivam principalmente da falácia e do sofismo, as pessoas acreditam que possuir um nível superior as credita para a qualificação necessária a uma determinada tarefa simplesmente. Quantos alunos estão se formando esse ano em Ciência da Computação sem a necessária qualificação? A maioria? Todos? Nenhum? Como saber se não existe um mecanismo eficiente de provar isso?

Na ausência de um mecanismo eficiente, o mercado sempre adota pontos factuais para basear suas contratações, e uma delas é o porte de um diploma de curso superior.

Complicado mesmo, hoje o que não falta é gente saindo de faculdades de Ciência da Computação ou afins sem aquele conhecimento “base” para entrar no mercado (estou falando daqueles recém-graduados que buscam o primeiro emprego e não uma carreira acadêmica), e pior são os que já estão no mercado há um bom tempo com uma qualidade duvidosa e ninguém se toca! Vai me dizer que você não conhece alguém desse natureza?

Então você tem duas alternativas, estudar ou frequentar a faculdade, dá para conciliar as duas, mas a preferência será sempre para o estudo, ele que pagará o leite de cada dia, aliás… leite não que esse está matando ultimamente, e ei que pensei que era a cerveja :)

Não generalizem o texto ao extremo, em tudo há exceções. E claro, o Christiano em nenhum momento tentou incitar vocês à não procurarem uma formação de nível superior (ou em alguns casos, um diploma), ele, assim como eu, sabe que um dip.. oops, nível superior faz diferença no mercado na hora das contratações.

Enfim, no final das contas eu acredito que o mercado separa os bons dos duvidosos, mesmo que demore algum tempo :D